CriptSage Cifrar agora

Mensagens que só a sua palavra-passe abre.

O CriptSage cifra o seu texto aqui mesmo, dentro do navegador, com AES-256. O resultado é um bloco de letras que ninguém lê sem a palavra-passe que você escolheu.

Nada é enviado para servidor algum. Depois que a página abre, você pode desligar a internet e continuar usando.

Cifrar e decifrar

Escreva a mensagem, escolha uma palavra-passe e envie o resultado por onde quiser. Combine a palavra-passe por outro caminho.

Quatro palavras incomuns formam uma chave forte e fácil de lembrar.

Opções de criptografia AES-256-GCM com PBKDF2-SHA-256, custo padrão
Algoritmo
Derivação da chave
Custo da derivação

Custos maiores deixam cada tentativa de adivinhação mais cara, e também fazem a abertura demorar um pouco mais, sobretudo no celular.

Mensagem selada

Envie este bloco. A palavra-passe deve seguir por outro caminho.

Da sua frase até o texto cifrado

São quatro passos, nesta ordem, toda vez que você clica em criptografar.

1

A frase é padronizada

Acentos digitados em teclados diferentes podem ter representações distintas. O texto é normalizado para que a mesma frase gere sempre a mesma chave.

2

Entra o sal

Dezesseis bytes sorteados na hora se juntam à frase. Por isso a mesma mensagem, com a mesma palavra-passe, sai diferente a cada vez.

3

A chave é forjada

O PBKDF2 repete a mistura centenas de milhares de vezes até chegar à chave de 256 bits. Para você é um instante; para quem tenta adivinhar, é caro.

4

O texto é cifrado e selado

O AES embaralha a mensagem e uma assinatura cobre também o cabeçalho. Palavra-passe errada e texto adulterado recebem a mesma recusa.

Esquema: a palavra-passe e o sal passam pelo PBKDF2 e produzem a chave AES, que cifra a mensagem e gera o bloco selado Palavra-passe a frase que você escolhe Sal aleatório 16 bytes sorteados agora Mensagem o texto em claro PBKDF2 600.000 repetições Chave AES 256 bits AES-256 cifra e assina Bloco selado CSG1:… pronto para enviar
A palavra-passe nunca é guardada nem transmitida: ela só existe enquanto a chave está sendo calculada, dentro do seu navegador.

O que há dentro do bloco

O resultado começa com CSG1: e segue em Base64 seguro para endereços da web. Estes são os bytes, na ordem em que aparecem.

Formato CSG1, versão 1
BytesConteúdoPara que serve
1Versão do formatoPermite que versões futuras convivam com as mensagens antigas.
1Algoritmo1 para GCM, 2 para CBC com HMAC, 3 para CTR com HMAC.
1Derivação1 para PBKDF2-SHA-256, 2 para PBKDF2-SHA-512.
4RepetiçõesInteiro sem sinal; quem abre a mensagem usa exatamente o mesmo número.
16SalTorna cada mensagem única e inutiliza tabelas de senhas prontas.
12 ou 16Vetor de inicialização12 bytes no GCM, 16 nos demais modos.
variávelTexto cifradoNo GCM já inclui a etiqueta de autenticação de 16 bytes.
32HMAC-SHA-256Só nos modos CBC e CTR; cobre o cabeçalho e o texto cifrado.

Nada aí é segredo. O sal, o vetor e o algoritmo podem viajar à vista de todos, porque a segurança inteira está na chave, e a chave só existe enquanto a sua palavra-passe está sendo digitada.

Dúvidas

As perguntas que costumam aparecer antes de confiar um texto a uma ferramenta de criptografia.

O site vê o que eu escrevo?

Não. A criptografia acontece no seu navegador, pela Web Crypto API, que é a implementação nativa do próprio navegador. Nem o texto nem a palavra-passe saem do seu aparelho, e não existe servidor recebendo esse conteúdo.

Se quiser conferir, carregue a página, desligue a internet e cifre uma mensagem: tudo continua funcionando.

Funciona sem internet?

Sim. Na primeira visita o CriptSage se guarda no navegador e, a partir daí, abre mesmo sem conexão. Para deixá-lo à mão como um aplicativo, use "Instalar" ou "Adicionar à tela de início", no menu do navegador. Também dá para salvar a página no computador com Ctrl + S.

Esqueci a palavra-passe. Dá para recuperar a mensagem?

Não dá, e isso é intencional. Não existe senha mestra, atendimento de recuperação ou porta dos fundos. Sem a palavra-passe, o texto permanece fechado para todo mundo, inclusive para quem fez o CriptSage.

Qual palavra-passe devo escolher?

Uma frase longa e incomum vale mais do que uma palavra curta cheia de símbolos. Quatro ou cinco palavras que só você juntaria, sem ser um ditado conhecido, dão uma chave forte e que você consegue lembrar.

Combine essa frase por um caminho diferente daquele em que a mensagem vai viajar. Mandar as duas coisas pelo mesmo aplicativo anula a proteção.

É compatível com PGP ou com o GnuPG?

Não. O CriptSage usa um formato próprio e enxuto, o CSG1, pensado para quem só precisa proteger um texto com uma palavra-passe combinada. Para trocar mensagens com quem já usa chaves PGP, continue usando as ferramentas de PGP.

O que exatamente o destinatário precisa?

O bloco de texto e a palavra-passe. Mais nada. O algoritmo, o custo e os demais parâmetros viajam dentro do próprio bloco, então a página reconhece tudo sozinha quando ele é colado.

Há uma versão mais recente do CriptSage.